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Cerimónia de Assinatura da escritura da constituição do agrupamento de produtores de carne de suínos bísaros

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10 Fevereiro 2017
Foi assinado hoje, 10 de fevereiro de 2017, a constituição do Agrupamento de Produtores de Carne de Suínos Bísaros que tem por principal objetivo “organizar a produção de carne de suíno bísaro, colocando-a no mercado, encontrando os circuitos de comercialização” para conseguir “mais-valias para os produtores, fazendo face à procura crescente deste produto e ter acesso às majorações das ajudas comunitárias.”
Para além de Américo Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Vinhais, assinaram também o documento: Domingos Fernandes, Presidente da ANCSUB (Associação Nacional de Suínos de Raça Bísara), vinte produtores de suínos, Manuel Cardoso, Diretor Regional da Agricultura e Pescas do Norte, e Fernando Bernardo, Diretor-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
Para Américo Pereira este agrupamento é um “projeto global, que envolve todas as instituições, todos os produtores e todos os agentes”. Com o envolvimento não só dos produtores mas também com o apoio da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes (CIM-TM), que na reunião de ontem, realizada em Vinhais, foi decidido apostar neste projeto e com a colaboração de duas instituições de ensino da região: a UTAD (Universidade de Trás-os-Montes) e o IPB (Instituto Politécnico de Bragança).
Manuel Cardoso, Diretor Regional da Agricultura e Pescas do Norte, sublinhou “a importância deste ato”, porque os dois maiores problemas da produção agrícola e pecuária são “a falta de organização da produção e a falta de escala para a comercialização”. Por isso, hoje, em Vinhais, “foi dado um passo importantíssimo nesta matéria e para a pecuária regional”.
Para Fernando Bernardo, Diretor-Geral de Alimentação e Veterinária, este foi “mais um passo no sentido de valorizar as produções endógenas do nosso país, aquelas que geram de facto riqueza e o progresso real do interior, que por vezes é esquecido”. Esta valorização “é mais uma via para criar riqueza real, produtiva, emprego” contribuindo, ao mesmo tempo, para “a manutenção de sistemas socioeconómicos únicos”.

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